06 abril 2008

...por um grande amor

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Há coisas simples, pequenas, aparentemente sem grande significado que marcam a diferença. Foi assim com algo que me disseste numa das últimas vezes que estivemos juntos.
Essa foi também a primeira vez, desde que nos conhecemos, que falaste mais abertamente sobre ti. Gostei que tivesses, com isso, demonstrado confiança em mim. Senti-me lisonjeado.
E entre muitas opiniões que partilhámos guardei o teu comentário: “Estou disponível para me ir embora para qualquer sítio que valha a pena. Mudar por mudar não, até porque gosto muito da minha terra. Mas por uma boa oportunidade ou por um grande amor vou sem hesitar.”
Como te compreendo!
Mas admirei-me por teres assumido que mudarias por um amor. Não foi por te achar incapaz disso, antes porque nos dias que correm há pouca gente a assumir, ou sequer considerar, essa possibilidade. E, no entanto, como te compreendo!
Julgo que essa frase resume muito daquilo que temos em comum. Mas também me parece que devemos ser dos últimos românticos que restam por estas paragens. Pelo menos assumidos...

25 novembro 2007

Esse teu olhar... [calpurnia remix]

Uma imagem vale mais que mil palavras, dizem. Será?
Se as mil palavras, mesmo que muito bem escritas, podem ter diferentes interpretações, como pode uma imagem valer mais?
Julgo que tudo depende se estão (imagem e texto) contextualizados.
Fica aqui uma experiência: ilustro um post anterior com outras imagens. Ler-se-á da mesma forma?

As fotos foram roubadas a calpurnia.































Devagar, com suavidade, cada movimento durando o tempo exacto para ser perfeito, nem mais nem menos um segundo. Sentindo as texturas da roupa e da pele, suaves.
Ela fitou-o e no seu olhar ele leu um consentimento e continuou...
Uma alça do vestido azul. A outra. Um beijo no ombro nú. Outro no pescoço. Demorado. Provocando-lhe um arrepio.
Fez descer ainda mais as alças desnudando-lhe o dorso e revelando dois seios firmes, talvez os mais belos que alguma vez contemplara. Ela arfava à passagem dos seus dedos subindo as costas e descendo depois pela frente, apalpando-a, tomando as suas mamas nas mãos em concha e brincando descaradamente com os mamilos. Beijou-os. Mordiscou-os. Chupou-os. Primeiro um, depois o outro.

09 agosto 2006

Fantasia Sexual 2


















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Masturbava-se pela segunda vez imaginando-se ainda junto delas. Junto daquelas gatinhas quentes e fofas como ele jamais imaginara que as gatas pudessem ser.

Uma, a Gabriela, a activa, era jovem, morena, esbelta, cheirosa e mestre na sua arte. A outra, a Mimi, passiva, novinha ainda, era meiga, peludinha e com ar afável.
Ele entrou no quarto só com a Gabriela, a Mimi apareceu depois, sem se fazer anunciar. Saltou para cima da cama onde estavam os dois, já despidos e enrolados e quase o assustou.

G. - Oi Mimi, você veio prá cá?
M. - Miau - respondeu a gata, enquanto brincava com o soutien pendurado na cabeceira da cama, e fazia barulho com o guizo que trazia ao pescoço. E ali ficou até ao fim como se não fosse nada com ela.

31 maio 2006

Esse teu olhar...
























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Devagar, com suavidade, cada movimento durando o tempo exacto para ser perfeito, nem mais nem menos um segundo. Sentindo as texturas da roupa e da pele, suaves.
Ela fitou-o e no seu olhar ele leu um consentimento e continuou...
Uma alça do vestido azul. A outra. Um beijo no ombro nú. Outro no pescoço. Demorado. Provocando-lhe um arrepio.
Fez descer ainda mais as alças desnudando-lhe o dorso e revelando dois seios firmes, talvez os mais belos que alguma vez contemplara. Ela arfava à passagem dos seus dedos subindo as costas e descendo depois pela frente, apalpando-a, tomando as suas mamas nas mãos em concha e brincando descaradamente com os mamilos. Beijou-os. Mordiscou-os. Chupou-os. Primeiro um, depois o outro.

- És como os espanhóis? Vês com as mãos?

Não fazia ideia da origem deste comentário, mas lembrou-se dele enquanto a contemplava, lamentando-se por não ser castelhano.
Há já meia hora que, sentado naquela esplanada e na impossibilidade de o fazer com as suas mãos, a despia com o olhar.

15 maio 2006

Stress














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Sinto-me confuso! E cansado...
Durante todo o dia não consegui estar minimamente concentrado para realizar as tarefas que tenho pendentes.
Sinto as minha capacidades diminuídas e não sei porquê... sei apenas que estou ansioso pela chegada das 18h para escapar do escritório.
Tenho calor, apesar de o aparelho de ar condicionado estar ligado. E continuo a sentir-me confuso, baralhado, sem conseguir ordenar as ideias...
Estou farto deste trabalho, estou farto da incompetência que me rodeia... estou farto de ter de resolver os berbicachos que os outros criam... estou farto de ser o bom samaritano... ESTOU FARTO DESTA MERDA TODA!!!!
Sinto-me à beira da explosão... estou a atingir um ponto crítico e a paciência que me sobra é escassa... a qualquer momento uma pequeníssima gota d'água fará transbordar o copo. E vai ser feio de ver e ouvir...